
EVOLUÇÃO HUMANA
DESDE O TEMPO DA CAVERNA ATÉ NOSSOS DIAS A EVOLUÇÃO HUMANA DEU UM SALTO CÓSMICO
EVOLUÇÃO HUMANA
DO PRIMEIRO AO ÚLTIMO - DA CAVERNA AO CHIP
Em cinquenta mil anos, fizemos o impossível duas vezes.
DA CAVERNA AO ESPAÇO SIDERAL

Na primeira, um homem riscou uma pedra dentro de uma caverna escura. Com carvão e sangue, inventou a memória. Pela primeira vez, uma ideia não morreu com quem a pensou.
Na segunda, outro homem, não muito diferente dele, riscou um chip de silício do tamanho de um grão de poeira, dentro dele, couberam bibliotecas inteiras.
Entre um risco e outro, está toda a nossa história.
Aprendemos a domar o fogo e, milênios depois, a domar o átomo, que é um fogo que não apaga. Aprendemos a fazer a roda e depois a fazer satélites que não precisam de estrada.
Aprendemos a contar nos dedos e depois a fazer máquinas que contam por nós, mais rápido do que conseguimos pensar.
O mais assombroso não é a tecnologia em si. É a aceleração.
Levamos 40 mil anos para sair da caverna para a pirâmide.
2 mil anos da pirâmide para a máquina a vapor.
200 anos da máquina a vapor para o avião.
60 anos do avião para a Lua.
50 anos da Lua para um telefone no seu bolso que sabe mais que a NASA que nos levou até lá.
Poucos anos da Lua até os planetas e até os confins do Sistema Solar.
Até onde iremos?
Cada geração enterrou a anterior em conhecimento. E cada geração, ao mesmo tempo, ficou mais parecida com a primeira: ainda com medo do escuro, ainda olhando para o céu, ainda contando histórias em volta do fogo. Só que agora o fogo cabe na palma da mão.
É sobre essa jornada, da pedra lascada ao grão de poeira que pensa e fala, que esta edição se debruça.
Boa leitura.

*1. O FOGO. Homem dentro da caverna, esfregando madeira, acendendo a primeira luz que a gente controlou. Lá atrás, na parede, o bisão que ele pintou com carvão. O fogo ilumina a pintura que ele acabou de inventar.

*2. FOGO NUM GRÃO DE POEIRA. O fogo da caverna virou plasma digital. Mesma chama, mas agora com dados, luz azul e laranja dançando na ponta da agulha em cima do chip. Do fogo que a gente esfregava para acender, para o fogo que cabe num grão de poeira e pensa e que nos leva às imensidões do espaço.

*3. INVENÇÃO DA RODA. O grupo ao redor da primeira roda de madeira amarrada com cipó. O olhar de espanto de quem acabou de descobrir que pode carregar o mundo, em vez de arrastar.

*4. RODA HOLOGRÁFICA. A roda de pedra virou uma roda de fótons. Sem madeira, sem ferro, sem borracha. Só luz azul girando, com circuitos dentro. É o último invento, a roda que não precisa mais do chão. De uma roda de pedra que arrastava peso, para uma roda de luz que flutua na palma da mão.

*5. PRIMEIRO VEÍCULO. Na esquerda, o mais antigo: o trenó / arrastão, puxado à mão, só madeira arrastando na lama, 7000 anos atrás.
Na direita, a evolução: a primeira carroça com roda maciça, inventada na Mesopotâmia, por volta de 3500 a.C., já puxada por bois. Essa foi a primeira vez que o homem deixou de arrastar e começou a ROLAR.
Dali pra cá foi só diminuir o atrito até chegar na roda de luz que fizemos antes, que nem encosta mais.

*6. O novo Roadster com propulsão SpaceX, carro voador. Esta é a mais recente invenção de Elon Musk, três jatos de plasma azul embaixo, subindo na vertical da plataforma de lançamento. Não é mais um carro que anda, é um carro que decola.
Da carroça de boi da Mesopotâmia para isso, o carro que sobe como um foguete. Fecha direitinho a linha do tempo, da caverna ao chip, e agora, ao espaço.

*7. A mão na caverna curando ferida. 30 mil anos atrás. O primeiro curandeiro usando ervas, musgo e folhas amassadas na pedra, dentro da caverna com pinturas rupestres e a fogueira acesa.
Dessa mão na caverna até a mão robótica com chip que você pediu antes — essa é a história completa da medicina.

*8. HISTÓRIA DA MEDICINA DA CAVERNA AO CHIP
Idade da Caverna: ervas e pilão, curando ferida na caverna
Egito Antigo: Papiro Edwin Smith ∼1600 a.C.
Grécia: Hipócrates, Pai da Medicina, Juramento Hipocrático
Idade Média: sanguessugas
Renascimento: anatomia
Século 19: éter 1846, anestesia e assepsia
Século 20: penicilina e Raio-X 1895

*9. Moderno: cirurgia robótica e CHIP IA. O cirurgião humano nem toca no paciente. O robô faz tudo com precisão cirúrgica computadorizada. Isso exigiu conhecimento profundamente avançado.

*10. CIRURGIA À DISTÂNCIA. O paciente aqui no Brasil, o cirurgião remoto em Seul a 1.240 km de distância. Conexão 5G com latência de 12ms, link seguro estabelecido. O robô Da Vinci Xi teleoperado opera enquanto o holograma mostra "REMOTE SURGEON | DR. LEE | SEUL".
Começou com a mão na caverna curando ferida, agora a mão está a milhares de km.

11. ARMAS DO HOMEM DAS CAVERNAS.
Aí estão as duas primeiras: a lança com ponta de sílex amarrada e o porrete de pedra - defesa e ataque com o que tinha na entrada da caverna

12. ARMAS BÉLICAS DE ÚLTIMA GERAÇÃO: DRONE FATAL. Da clava das cavernas até as guerras atuais. Este drone voa a 15 km de altura. Silencioso. Absorve radares, desvias de mísseis. Baixa em velocidade incrível até o chão; Quando é percebido, ele já está sobre a cabeça do inimigo disparando projéteis por conta própria. Analisa em questão de segundos a posição do inimigo. Tem inteligência própria para agir. Mil desses disparando de uma vez só aniquilam uma grande cidade inteira.
Comentário: Vejo futuro sombrio!
Veja algumas características.
Nome: MQ-9 Reaper
Tamanho: 11m de comprimento, 20m de
envergadura, 3,81m de altura
Peso: 2.223kg vazio, 4.760kg máximo na
decolagem
Motor: 10 turboélice, 950 hp
Velocidade: 1.000 km/h de cruzeiro.
Potência
/ Alcance: Teto de 15.240m, alcance de
1.852km (no alcance máximo, em pouco mais de uma hora e meia já está sobre o
alvo), autonomia de 27 horas limpo e 14h totalmente carregado
Características: Radar Lynx AN/APY-8, câmera
multiespectral MTS-B com infravermelho e laser (vê à noite e com neblina), controle
via satélite por piloto e operador em estação no solo (também opera sozinho),
Carga útil de 1.700kg (mil drones disparam um milhão e setecentos mil quilos de explosivos).

13. CIDADE GRANDE SEGUNDOS ANTES DO ATAQUE DE DRONES. Cada um deles já escolheu seu alvo que foi comunicado a todos os outros, assim cada um escolhe seu próprio alvo. Quando o primeiro dispara, todos o fazem ao mesmo tempo.

14. CIDADE SENDO DESTRUÍDA. No segundo seguinte, milhares de mísseis são disparados sem chance de defesa. Que horror!
Desde que o homem pisou neste mundo, o ser humano sempre invadiu, matou e destruiu.
Olhe a que ponto o ser humano desenvolveu a capacidade de matar. E vai continuar fazendo isso. Sempre fez. Daqui alguns anos todos nós estaremos na mira de satélites apontando armas letais impulsionadas e direcionadas a lazer de precisão extrema que, se acionadas, destroem o alvo em segundos sem chance de defesa.
Por hoje, ficamos por aqui. Daremos continuidade ao artigo EVOLUÇÃO HUMANA tão logo possível.
Você vai ficar sabendo da evolução da escrita, das ciências, da indústria, das religiões, do avanço espacial cósmico, da arte e de tantas outras.
Se você gostou envie seu parecer. Gostaríamos de aprecia-lo!
Obrigado! Abraços de Celso e Mariana!
===============================================================================================




