Jornal Liberdade
Edival aperta o cerco e convoca secretária para explicar condições de trabalho nas escolas

Edival aperta o cerco e convoca secretária para explicar condições de trabalho nas escolas

A iniciativa teve apoio de servidores ligados à área da educação

JL
14 de junho de 2026
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A atuação fiscalizadora do vereador Edival Iglicoski (PL) voltou a ganhar destaque na Câmara de Vereadores de Papanduva. Enquanto o prefeito Tafarel Schons (Tafa) PL cumpre agenda em Brasília em busca de recursos e articulações políticas, o parlamentar intensificou a cobrança sobre a administração municipal e apresentou requerimento convocando a secretária de Educação, Maria Jussélia Ratuchinski Zanghelini, para prestar esclarecimentos ao Legislativo.

A iniciativa teve apoio de servidores ligados à área da educação, que acompanharam a sessão e demonstraram preocupação com as condições de trabalho das auxiliares de serviços gerais e merendeiras da rede municipal.

No requerimento, Edival solicita informações detalhadas sobre a oferta de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), a existência de laudos técnicos que justifiquem a concessão ou não de adicional de insalubridade e periculosidade, além das medidas adotadas pela Secretaria para garantir a saúde e a segurança das profissionais.

O vereador argumenta que o pedido faz parte da função fiscalizadora do Legislativo e busca esclarecer dúvidas levantadas pelas próprias servidoras.

A convocação ocorre em um momento de crescente tensão entre parte da Câmara e o Executivo. Nos últimos meses, Edival tem se destacado como uma das vozes mais críticas da atual gestão, utilizando requerimentos, pedidos de informação e pronunciamentos para questionar ações e decisões do governo municipal.

Nos bastidores da política local, a movimentação é vista como mais um capítulo do embate entre o Legislativo e o Executivo. Enquanto o prefeito concentra esforços em agendas externas e na busca por investimentos para o município, vereadores da oposição cobram respostas para demandas consideradas urgentes dentro da própria administração.

Ao convocar a secretária de Educação para comparecer à Câmara, Edival amplia a pressão sobre o governo e leva para o centro do debate um tema sensível: as condições de trabalho de profissionais que atuam diariamente nas escolas municipais.

A expectativa agora é pela definição da data da convocação, quando a secretária deverá responder aos questionamentos dos vereadores e apresentar esclarecimentos sobre as medidas adotadas pela pasta. O episódio reforça o papel fiscalizador da Câmara e evidencia que a relação entre parte do Legislativo e a administração municipal continua longe da tranquilidade.

 

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