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ALTURAS – NOSSA FASCINAÇÃO

Celso e Mariana

Por Celso e Mariana 11 min de leitura

Estamos publicando artigos referentes às finanças e acabamos de publicar a quarta parte. Já temos a quinta parte preparada, revisada e pronta para chegar até vocês eleitores das nossas colunas.

Porém, hoje, desviamos o foco para algumas imagens das viagens porque alguns amigos solicitaram que falássemos um pouco das loucas aventuras que fizemos aí por esse mundão sem porteira.

Então, escolhemos o tema MONTANHAS.

DOIS LOUCOS SOLTOS SEM RÉDEA NEM FREIO

Sempre as alturas das montanhas nos enfeitiçaram e onde deu para subir, subimos. No Peru alcançamos o cume do Monte Branco em 6 mil metros de altitude. Confessamos que foi difícil porque lá em cima o ar é rarefeito, então, o menor esforço causa cansaço, náuseas e tonturas. Tivemos que fazer uso de todos os meios que conhecíamos para que pudéssemos voltar ilesos daquela aventura maluca, Tudo´ isso, além dos momentos inusitados e perigosos, nos quais, às vezes, deu vontade de recuar.

MONTE BLANCO – PERU – 6.000 METROS DE ALTITUDE. ERA JANEIRO, MAS O FRIO CORRESPONDIA A PELO MENOS 5 GRAUS NEGATIVOS. OBSERVE QUE O FRIO QUEIMA A PELE, ESTAMOS VERMELHOS TAL QUAL PIMENTÃO. TIVEMOS QUE VOLTAR RÁPIDO PORQUE ESTÁVAMOS SEM ROUPAS ADEQUADAS AO FRIO E O PERIGO DA EXPOSIÇÃO AO FRIO INTENSO CAUSA DIMINUIÇÃO DA SENSIBILIDADE CORPÓREA.

BOLÍVIA – SENTADO À BEIRA DE UM PRECIPÍCIO NOS ANDES PRÓXIMO À CAPITAL CARACAS

Nosso filho Jean, sentado à beira do precipício no topo do Morro do Boi em Corupá. Esta pedra está a pelo menos um quilômetro de altura do chão da cidade. Lá em baixo vê-se parte da cidade de Corupá.

Morro da Igreja – Urubici, S.C. – 2.000 metros de altura acima do nível do mar. As nuvens se formam a um quilômetro abaixo de onde estamos e, em pouco minutos, alcançam o topo do morro proporcionando um espetáculo de visibilidade zero. Literalmente ficamos dentro das nuvens. Imagine se tivéssemos asas para sobrevoar aquelas camadas brancas de algodão flutuantes? Quem sabe um dia!

Minaretes de rochas ponteagudas e perigosas em Bom Jesus da Lapa na Bahia. Três horas de descomunal esforço para vencer os perigos e as alturas, mas valeu a pena. Essa foi uma das mais empolgantes aventuras, quase insana, que nos metemos, sem nenhum aparato de escalação, na “unha” mesmo.

Monte Roraima, mais de 3.000 metros de altitude. O monte divide três países: Brasil, Venezuela e Guiana Inglesa. aqui, estamos no lado venezuelano. Vale salientar que um táxi venezuelano viajou durante um dia inteiro pela savana da Venezuela para nos levar até o ponto de subida e a viagem de ida e volta custou-nos R$ 50.00. Bárbaro! No topo do Monte Roraima tem até hotel para turista escavado nas pedras Até parece outro mundo!

Hoje, apresentamos apenas alguns lugares montanhosos dos dezenas que subimos durante nossas viagens. Há outros ainda mais insanos que nós mesmos custamos acreditar que fizemos aquelas loucuras. Em qualquer dia desses mostraremos para vocês.

Uma observação: Em alguns desses lugares, levamos um ou mais guias para facilitar em vários aspectos.

Obrigado! Abraços de Celso e de Mariana!